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Mercado de trabalho em TI: como as plataformas no-code transformaram os empregos?

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Vivemos uma revolução digital intensa nos últimos dez anos da internet das coisas à IA. E o no‑code é protagonista nessa transformação, permitindo que quem não programa crie soluções eficientes para o mercado de trabalho.

A verdade é que hoje existem tecnologias tão avançadas que nenhum filme sci-fi da década de 1980 foi capaz de prever. 

Com tamanha transformação digital, o mercado de trabalho se viu na obrigação de acompanhar essas tendências e atualmente temos uma realidade tecnológica muito difundida no mundo corporativo. 

Bater ponto virtualmente e espaços colaborativos em nuvem são apenas alguns exemplos das ferramentas usadas em empresas home office de diversos nichos.

Não é mais necessário que uma organização seja voltada para setores da tecnologia para que seja tecnológica. 

Em alguma medida, todas as empresas utilizam soluções digitais, seja para organizar suas estruturas ou oferecer serviços. 

Dentro desse contexto, o mercado de trabalho em Tecnologia da Informação (TI) torna-se cada vez mais inflado e mais profissionais são exigidos.

Afinal, você já se perguntou como essas empresas conseguem desenvolver tantas soluções tecnológicas? 

Entretanto, não existem tantos profissionais qualificados para atender a essa demanda. Por esse motivo, as plataformas low-code e no-code surgem para solucionar esse problema de uma vez por todas. 

Essas soluções oferecem programas acessíveis e simples que permitem criar aplicativos, automatizar processos, disponibilizar relatórios e dashboards em tempo real sem que haja a necessidade de um conhecimento aprofundado em linguagens de programação.

Ficou interessado pelo assunto e quer saber como as plataformas no-code transformaram os empregos na área de Tecnologia da Informação?

Fique conosco nesse artigo, pois iremos debater esse mercado de trabalho tão amplo e te mostrar o que você precisa para conseguir ser bem-sucedido como um programador no-code.

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Como está o mercado de trabalho em TI?

TI é a sigla para Tecnologia da Informação, uma área que envolve uma série de atividades relacionadas à tecnologia, como banco de dados, hardwares, softwares e redes (doméstica ou empresarial), usadas para lidar com as informações.

No geral, a profissão é responsável por auxiliar empresas a trabalhar seus dados e otimizar seus processos. 

Algumas das principais funções de um profissional da área incluem:

  • Suporte técnico;
  • Programação;
  • Desenvolvimento de e-commerce;
  • Administração de banco de dados;
  • Segurança.

O setor de Tecnologia da Informação está presente na maioria das empresas e é essencial para manter seus processos operacionais. É uma área em crescimento constante, mesmo com as crises globais no mercado de trabalho.

São diversas as possibilidades de emprego para os profissionais de TI, eles podem atuar em:

  • Setores financeiros;
  • Empresas especializadas em tecnologia (como start-ups);
  • Organizações públicas e privadas;
  • Bancos e seguradoras;
  • Operadoras de telefonia;
  • Indústrias.
  • Hospitais e clínicas.

Existe uma grande procura por profissionais qualificados em diversos setores, entretanto faltam pessoas para ocupar essas vagas.

De acordo com uma pesquisa realizada pelo BrazilLAB e pela Fundação Brava, em parceria com o Center for Public Impact (CPI), o déficit de profissionais na área deve continuar crescendo e pode atingir o número de mais de 300 mil pessoas até o ano de 2024, em 2025 essa lacuna ainda persiste. 

Além disso, estima‑se que até 2024 mais de 65% dos apps corporativos serão feitos via no‑code ou low‑code segundo a Gartner”.

Não é à toa que a profissão em TI foi uma das mais bem remuneradas no segundo trimestre de 2023, de acordo com Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getúlio Vargas.

Qual é o futuro do mercado de trabalho em TI?

Já falamos sobre como está o mercado de trabalho em TI hoje, mas quais são as principais tendências para o futuro da programação? Continue lendo para descobrir! 

No contexto empresarial, a revolução das novas tecnologias originou um novo tipo de consumidor: mais exigente.

Por isso, iniciou-se uma cultura de velocidade que acompanha esse aumento na demanda e a necessidade de processos mais ágeis e eficientes

As informações são os dados mais preciosos nessa nova forma de sociedade, eles são quase infinitos e uma organização eficiente nesse caso é indispensável.

Sobre o tratamento de dados, a consultoria global Gartner identificou diversas tendências tecnológicas em ascensão, veja algumas delas: 

  • Malha de dados;
  • Malha de segurança cibernética;
  • Plataformas cloud-native.

Apesar disso já ser quase senso comum na área de TI, são poucos os profissionais que têm bagagem suficiente para implementar essas ferramentas.

É nesse momento que a tecnologia no-code se destaca, uma vez que permite pessoas sem conhecimento técnico em programação a construir e implementar novas soluções de forma eficaz. 

Quais os benefícios do uso de no-code para o mercado de trabalho em TI?

A tecnologia no-code fundamenta-se numa premissa básica: garantir a produção de tecnologias de maneira acessível e simples. Nela, os softwares são criados por meio de uma interface com modelos que reúnem várias ações. 

Essas plataformas são muito utilizadas por micro e pequenos empreendedores, mas se tornam cada vez mais difundidas entre grandes empresas como: 

  • Spotify;
  • Amazon;
  • Google;
  • Meta.

Quer saber quais os principais benefícios do no-code e por que essas gigantes tech o estão implementando? Continue a leitura. 

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Redução de etapas e tempo trabalhado

Com o no-code, sistemas e tarefas podem ser automatizados por aplicações criadas a partir de templates prontos. Dessa forma, os profissionais do setor de TI ficam livres para focar em atividades que demandem suas habilidades específicas.

Isso agrega uma autonomia muito grande às equipes da empresa e auxilia a eficiência geral do negócio.

Melhor custo-benefício

As empresas podem economizar muito quando não precisam contratar desenvolvedores altamente especializados ou adquirir aplicativos de terceiros.

O desenvolvimento no-code permite que equipes internas criem e atualizem soluções tecnológicas de forma ágil e eficiente.

Além disso, a simplificação dos sistemas e a integração de dados facilitam a gestão e a manutenção contínua das aplicações, o que reduz o tempo e os recursos necessários para garantir as operações.

Eficiência elevada

Outro benefício, é o aumento da produtividade interna, uma vez que a dependência excessiva do departamento de TI é reduzida, como falamos anteriormente.

Dessa forma, os próprios funcionários de cada departamento podem atender suas próprias necessidades tecnológicas.

Essa autonomia elimina gargalos que frequentemente surgem quando as solicitações de TI precisam ser aprovadas e atendidas.

Com a capacidade de desenvolver suas próprias soluções ou ajustar sistemas existentes, os funcionários podem agir de forma mais independente e direcionar o progresso de suas tarefas.

Quais são as habilidades do desenvolvedor no-code no mercado de trabalho em TI?

Agora que você entende como no-code pode revolucionar o mercado de TI, pode estar se perguntando o que é necessário para entrar nessa área. Separamos algumas habilidades essenciais para o desenvolver no-code no mercado de trabalho, veja: 

Reconhecer necessidades

Quais são as verdadeiras necessidades do usuário e como solucioná-las através da programação em ambientes sem código?

O bom desenvolvedor sem código é capaz de observar uma demanda – na sociedade, na empresa ou no mercado de TI – e criar, a partir de poucos comandos, algo que pode revolucionar toda a área de tecnologia. É este profissional que sai na frente.

Gostar de estudar

Para se tornar um desenvolvedor no-code de sucesso, é necessário gostar de aprender. Apesar de ser mais fácil que a programação tradicional, requer conhecimento de novas plataformas, estilos de codificação e muito mais.

Ser autodidata pode te trazer muitas vantagens competitivas, use a internet ao seu favor e aposte em cursos no-code acessíveis. 

Trabalhar com pouco gerenciamento

Desenvolvedores trabalham com pouca supervisão, por isso você precisa ser muito organizado e tornar-se seu próprio chefe. Isso quer dizer que você precisa ser seu próprio motivador e investir no planejamento eficaz dos seus projetos. 

É necessário saber trabalhar de forma independente e construir soluções criativas para a rotina empresarial antes que as ideias partam da liderança.

Saber receber críticas

Receber críticas construtivas faz parte da rotina de todo trabalhador e para os desenvolvedores no-code isso não é diferente. Na verdade, seu cliente ou supervisor pode ter críticas que levam à construção de softwares melhores. 

Não descarte opiniões e aprenda a ouvir e interpretar as necessidades dos outros, a fim de implementar seus pedidos de forma eficiente nos aplicativos e sites.

“Vender o peixe”

Por último, mas não menos importante, aprenda a vender sua ideia. Nem todos vão entender termos técnicos ou a necessidade de um desenvolvedor na equipe.

É sua função explicar os benefícios do seu trabalho, o que você pode fazer pela empresa ou cliente.

Como trabalhar com no-code no departamento de TI?

Para implementar o no-code no departamento de TI, primeiro você precisa seguir algumas dicas:

Valorizar processos automatizados

O primeiro passo para implementar um desenvolvedor no-code no departamento de TI é entender e mostrar os benefícios da programação sem código.

Você pode começar demonstrando interesse e conversando sobre suas ideias com a pessoa responsável pelo setor.

Conhecer plataforma no-code

Conheça plataformas no-code de diferentes tipos, veja quais as big techs usam e comece por aí. Busque conhecimento em treinamentos gratuitos ou cursos que caibam no seu bolso. Um curso de FlutterFlow pode ser uma boa pedida.

Fique de olho, pois muitos fornecedores de software oferecem programas de treinamento específicos para desenvolvedores no-code. Também existem vídeos e tutoriais gratuitos que podem te ajudar no início da sua jornada.

Apresentar ideias no-code

O próximo passo é compartilhar suas ideias com colegas e superiores dentro da organização. Não deixe de mostrar de forma prática como o no-code pode ser aplicado para melhorar a eficiência, otimizar processos e gerar valor para a empresa.

Qual é o salário do desenvolvedor no-code? 

Qual e o salario do desenvolvedor no code

De acordo com a pesquisa Código Fonte 2023, o salário médio de um desenvolvedor low-code, o que inclui no-code, no Brasil é entre R$ 3.500 e R$ 9.000.

Além da remuneração com carteira assinada, desenvolvedores no-code podem se aventurar como freelancers ou microempreendedores individuais (MEI).

Muitos avançam para o ambiente mobile e descobrem como ganhar dinheiro criando aplicativos.

E aí, acha que vale a pena começar a investir na área? 

No-Code Start-Up te ajuda nessa jornada

Agora que você sabe como o mercado de trabalho em TI está aquecido para programadores no-code, que tal investir neste setor?

Na No-Code Start-Up você encontra cursos para criar aplicativos, startups e e-commerces incríveis sem usar uma linha de código.

Conheça nossa formação em Bubble e veja como é fácil ser um desenvolvedor no-code.

Não perca a oportunidade de aprender com a No-Code Start-Up! 

Cursos complementares:

org

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O mais completo curso N8N gratuito que você irá fazer. Aprenda a criar seu primeiro Agente IA e automação do zero.

Neto Camarano

Neto se especializou em Bubble pela necessidade de criar tecnologias de forma rápida e barata para sua startup, desde então vem criando sistemas e automações com IA. No Bubble Developer Summit 2023 foi elencado como um dos maiores mentores de Bubble do mundo. Em Dezembro foi nomeado maior membro da comunidade global de NoCode no NoCode Awards 2023 e primeiro lugar do concurso de melhor aplicativo organizado pela própria Bubble. Hoje Neto tem como foco em criar soluções de Agentes IA e automações usando N8N e Open AI.

Acesse também nosso canal do Youtube

Aprenda a criar Aplicativos, Agentes e Automações IA sem precisar programar

Mais Artigos da No-Code Start-Up:

Papo reto: 2026 vai ser um divisor de águas para quem quer ganhar dinheiro com IA (Inteligência Artificial).
As oportunidades existem, mas nem todas valem o seu tempo, e algumas prometem muito mais do que entregam.

Neste artigo, eu organizei as principais formas de monetizar IA em categorias claras, com prós, contras e o nível real de esforço envolvido.
A ideia aqui é te ajudar a escolher um caminho consciente, sem cair em atalhos ilusórios.

IA aplicada no trabalho como colaborador (carreira e segurança)

Se você já trabalha em uma empresa, aplicar IA no seu dia a dia é uma das formas mais seguras de começar.
Você aprende, experimenta e constrói projetos reais sem abrir mão da estabilidade financeira.

É possível criar automações, agentes e até softwares internos que aumentam eficiência, reduzem custos e geram impacto direto no negócio.
Quando isso acontece, o reconhecimento tende a vir — desde que você gere resultado real, e não apenas “use IA por usar”.

IA aplicada no trabalho como colaborador (carreira e segurança)

O ponto de atenção é entender que você não está construindo algo seu.
Mesmo assim, para aprendizado e crescimento profissional, essa é uma das melhores portas de entrada.

IA para gestores e donos de empresas

IA para gestores e donos de empresas

Para gestores e donos de empresa, a IA representa talvez a maior oportunidade financeira de 2026.
A maioria das empresas ainda está perdida, sem método, sem estratégia e sem clareza de como aplicar IA nos processos.

Quando bem aplicada, a IA melhora performance, reduz gargalos e acelera resultados em vendas, atendimento e operação.
O desafio está no excesso de ferramentas e na falta de metodologia clara para o time.

Quem conseguir organizar esse caos e aplicar IA com foco em resultado vai capturar muito valor.
Aqui, realmente, existe muito dinheiro na mesa.

Prestação de serviços com IA: visão geral

Prestação de serviços com IA visão geral

A prestação de serviços com IA é um dos caminhos mais rápidos para gerar renda.
Você resolve problemas reais de empresas usando automações, agentes e sistemas inteligentes.

Esse modelo se desdobra em freelancer, freelancer para a gringa, agência e consultoria.
Cada um tem um nível diferente de esforço, retorno e complexidade, mas todos exigem execução.

É aqui que muita gente começa a “fazer a roda girar” de verdade.

Freelancer para a gringa (ganhar em dólar)

Freelancer para a gringa (ganhar em dólar)

Ser freelancer para a gringa é, sem exagero, uma das melhores opções para ganhar dinheiro com IA.
Os ganhos em dólar ou euro mudam completamente o jogo.

Você continua trocando tempo por dinheiro, mas com um retorno muito maior.
O maior desafio é o começo: conseguir o primeiro projeto e lidar com o idioma, mesmo que em nível básico.

Depois que o primeiro cliente vem, indicações começam a aparecer.
Para quem quer resultado rápido e tem disposição para vender o próprio serviço, esse caminho é forte demais.

Criando uma agência de IA

Criando uma agência de IA

A agência de IA é a evolução natural do freelancer.
Aqui, você escala pessoas, projetos e faturamento.

O mercado ainda é imaturo, muita gente faz tudo errado, e isso abre espaço para quem faz o básico bem feito.
Você consegue fechar contratos, montar equipe e entregar soluções completas com IA.

O desafio passa a ser gestão: pessoas, prazos, processos e qualidade.
Mesmo assim, para 2026, é uma das formas mais rápidas de monetizar IA com consistência.

👉 Entre para a Formação IA Coding e aprenda a criar prompts completos, automações e aplicativos com IA — saindo do zero até projetos reais em poucos dias.

Consultoria em IA para empresas

Consultoria em IA para empresas

Consultoria é um modelo extremamente lucrativo, mas não é ponto de partida.
Ela exige experiência prática, visão de processos e capacidade de diagnóstico.

O retorno financeiro costuma ser alto em relação ao tempo investido.
Por outro lado, você precisa ter autoridade, histórico e repertório real de projetos.

Para quem já passou por agência, produtos ou grandes implementações, é um caminho excelente.
Para iniciantes, ainda não faz sentido.

Founder: criar aplicativos com IA

Founder criar aplicativos com IA

Criar aplicativos com IA nunca foi tão acessível.
Ferramentas como Lovable, Cursor e integrações com Supabase tornam isso possível mesmo sem background técnico.

O potencial financeiro é alto, mas a dificuldade também.
Criar tecnologia deixou de ser o diferencial — hoje, o desafio está em marketing, distribuição, financeiro e validação.

É um caminho de muito aprendizado, mas com alta taxa de erro no início.
Vale a pena se você estiver disposto a errar, aprender e iterar.

Micro SaaS com IA (prós e contras)

Micro SaaS com IA (prós e contras)

O Micro SaaS resolve um problema específico de um nicho específico.
Isso reduz concorrência e aumenta clareza de proposta.

Ele não escala como um SaaS tradicional, mas pode gerar uma renda consistente e sustentável.
O desafio continua sendo o mesmo: marketing, vendas e gestão.

Não é fácil, não é rápido, mas pode ser um ótimo negócio paralelo.
Aqui, eu classifico como um caminho “ok”, desde que você tenha paciência.

SaaS tradicional com IA

SaaS tradicional com IA

O SaaS tradicional tem maior potencial de escala, mas também maior concorrência.
Você resolve problemas mais amplos e disputa mercados maiores.

Isso exige mais tempo, mais capital emocional e mais capacidade de execução.
Por isso, muitas vezes, o Micro SaaS acaba sendo uma escolha mais inteligente no começo.

SaaS é poderoso, mas definitivamente não é o caminho mais simples.

Educação com IA: cursos e infoprodutos

Educação com IA cursos e infoprodutos

Educação com IA é extremamente escalável.
Depois que o produto está pronto, a entrega é quase automática.

O problema é o tempo.
Criar audiência, produzir conteúdo e construir autoridade leva meses — às vezes anos.

Aqui na NoCode Startup, demoramos bastante até o projeto se tornar realmente relevante financeiramente.
Funciona, mas exige consistência e visão de longo prazo.

Comunidades de IA

Comunidades de IA

Comunidades geram networking, recorrência e autoridade.
Mas também exigem presença constante, eventos, suporte e muita energia.

É um modelo poderoso, porém trabalhoso.
Não recomendo como primeiro passo para quem está começando agora.

Com experiência e audiência, pode se tornar um ativo incrível.

Templates, e-books e produtos simples com IA

Templates, e books e produtos simples com IA

Templates e e-books são fáceis de criar e escalar.
Justamente por isso, a concorrência é enorme e o valor percebido costuma ser baixo.

Hoje, se algo pode ser resolvido com uma pergunta no ChatGPT, fica difícil vender apenas informação.
Esses produtos funcionam melhor como complemento, não como negócio principal.

Para ganhar dinheiro de verdade com IA, entregar execução e resultado é o que faz a diferença.

Próximo passo

Próximo passo

Não existe dinheiro fácil com IA.
O que existe é mais acesso, mais ferramentas e mais possibilidades para quem executa bem.

Os caminhos mais sólidos passam por prestação de serviços, produtos bem posicionados e construção de autoridade.
Quanto mais fácil algo parece, maior tende a ser a concorrência.

Se você quer aprender IA de forma prática, estruturada e com foco em projetos reais, conheça a Formação IA Coding.

A tecnologia vive uma transição histórica: de softwares passivos para sistemas autônomos. Entender os tipos de agentes de IA é descobrir ferramentas capazes de perceber, raciocinar e agir sozinhas para cumprir metas complexas, sem a necessidade de microgerenciamento.

Essa evolução transformou o mercado. Para profissionais que desejam liderar a infraestrutura de IA, dominar a taxonomia desses agentes não é mais opcional.

É o diferencial competitivo exato entre lançar um chatbot básico ou orquestrar uma força de trabalho digital completa.

Neste guia definitivo, vamos dissecar a anatomia dos agentes, explorando desde as classificações clássicas até as modernas arquiteturas baseadas em LLMs que estão revolucionando o mundo No-Code e High-Code.

Diagrama ilustrando o loop de percepção, raciocínio e ação de diferentes tipos de agentes de IA em um ambiente digital
Diagrama ilustrando o loop de percepção, raciocínio e ação de diferentes tipos de agentes de IA em um ambiente digital

O Que Define Exatamente um Agente de IA?

Antes de explorarmos os tipos, é fundamental traçar uma linha clara na areia. Um agente de inteligência artificial não é meramente um modelo de linguagem ou um algoritmo de Machine Learning.

A definição mais rigorosa, aceita tanto na academia quanto na indústria, como no curso CS221 da Stanford, descreve um agente como uma entidade computacional situada em um ambiente, capaz de percebê-lo através de sensores e agir sobre ele através de atuadores para maximizar suas chances de sucesso.

A Diferença Crucial: Modelo de IA vs. Agente de IA

Muitos iniciantes confundem o motor com o carro.

  • Modelo de IA (ex: GPT-4, Llama 3): É o cérebro passivo. Se você não enviar um prompt, ele não faz nada. Ele possui conhecimento, mas não tem agência.
  • Agente de IA: É o sistema completo. Ele possui o modelo como núcleo de raciocínio, mas também tem memória, acesso a ferramentas (banco de dados, APIs, navegadores) e, crucialmente, um objetivo.

Um agente utiliza as previsões do modelo para tomar decisões sequenciais, gerenciar estados e corrigir o curso de suas ações.

É a diferença entre perguntar ao ChatGPT “como enviar um e-mail” (Modelo) e ter um software que escreve, agenda e envia o e-mail para sua lista de contatos autonomamente (Agente).

Os 5 Tipos Clássicos de Agentes de IA

Para construir soluções robustas, precisamos revisitar a base teórica estabelecida por Stuart Russell e Peter Norvig, os pais da IA moderna.

A complexidade de um agente é determinada pela sua capacidade de lidar com incertezas e manter estados internos.

Aqui estão os 5 tipos de agentes de IA hierárquicos que formam a base de qualquer automação inteligente:

1. Agentes Reativos Simples

Este é o nível mais básico de inteligência. Os agentes reativos simples operam no princípio de “condição-ação” (IF-THEN).

Eles respondem apenas ao input atual, ignorando completamente o histórico ou estados passados.

  • Como funciona: Se o sensor detecta “X”, o atuador faz “Y”.
  • Exemplo: Um termostato inteligente ou um filtro de spam básico. Se a temperatura passa de 25ºC, liga o ar condicionado.
  • Limitação: Eles falham em ambientes complexos onde a decisão depende de um contexto histórico.

2. Agentes Reativos Baseados em Modelos

Dando um passo além, estes agentes mantêm um estado interno — uma espécie de memória de curto prazo.

Eles não olham apenas para o “agora”, mas consideram como o mundo evolui independentemente de suas ações.

Isso é vital para tarefas onde o ambiente não é totalmente observável. Por exemplo, em um carro autônomo, o agente precisa lembrar que havia um pedestre na calçada há 2 segundos, mesmo que um caminhão tenha bloqueado sua visão momentaneamente.

3. Agentes Baseados em Objetivos

A inteligência real começa aqui. Os agentes baseados em objetivos não apenas reagem; eles planejam.

Eles possuem uma descrição clara de um estado “desejável” (o objetivo) e avaliam diferentes sequências de ações para alcançá-lo.

Isso introduz a capacidade de busca e planejamento. Se o objetivo é “otimizar o banco de dados”, o agente pode simular vários caminhos antes de executar o comando final, algo essencial para quem trabalha com IA para análise de dados.

4. Agentes Baseados em Utilidade

Muitas vezes, atingir o objetivo não é suficiente; é preciso atingi-lo da melhor maneira possível. Os agentes baseados em utilidade utilizam uma função de utilidade (pontuação) para medir a preferência entre diferentes estados.

Se um agente de logística tem o objetivo de entregar um pacote, o agente de utilidade vai calcular não apenas a rota que chega lá, mas a que chega mais rápido, gastando menos combustível e com maior segurança. É a maximização da eficiência.

5. Agentes com Aprendizagem

No topo da hierarquia clássica estão os agentes capazes de evoluir. Eles possuem um componente de aprendizagem que analisa o feedback de suas ações passadas para melhorar seu desempenho futuro.

Eles começam com conhecimento básico e, através da exploração do ambiente, ajustam suas próprias regras de decisão. É o princípio por trás de sistemas de recomendação avançados e robótica adaptativa.

Infográfico comparando a complexidade e autonomia dos cinco tipos de agentes de IA clássicos, do reativo simples ao agente com aprendizagem
Infográfico comparando a complexidade e autonomia dos cinco tipos de agentes de IA clássicos, do reativo simples ao agente com aprendizagem

O que são agentes generativos baseados em LLMs? 

A taxonomia clássica evoluiu. Com a chegada dos Grandes Modelos de Linguagem (LLMs), surgiu uma nova categoria que domina as discussões atuais: os Agentes Generativos.

Nestes sistemas, o LLM atua como o controlador central ou “cérebro”, utilizando sua vasta base de conhecimento para raciocinar sobre problemas que não foram explicitamente programados, conforme detalhado no paper seminal sobre Generative Agents.

Frameworks de Raciocínio: ReAct e CoT

Para que um LLM funcione como um agente eficaz, utilizamos técnicas de prompt engineering avançadas que estruturam o pensamento do modelo:

  1. Chain-of-Thought (CoT): O agente é instruído a quebrar problemas complexos em passos intermediários de raciocínio lógico (“Vamos pensar passo a passo”). Pesquisas indicam que essa técnica estimula o raciocínio complexo em grandes modelos.

  2. ReAct (Reason + Act): Esta é a arquitetura mais popular atualmente. O agente gera um pensamento (Reason), executa uma ação em uma ferramenta externa (Act) e observa o resultado (Observation). Esse loop, descrito no paper ReAct: Synergizing Reasoning and Acting, permite que ele interaja com APIs, leia documentações ou execute código Python em tempo real.

Ferramentas como o AutoGPT e BabyAGI popularizaram o conceito de agentes autônomos que criam suas próprias listas de tarefas baseadas nesses frameworks.

Você pode explorar o código original do AutoGPT no GitHub ou do BabyAGI para entender a implementação.

Dica de Especialista: Para quem deseja aprofundar na criação técnica destes sistemas, nossa Formação AI Coding explora exatamente como orquestrar esses frameworks para criar softwares inteligentes.

Arquiteturas: Agente Único vs. Sistemas Multiagente

Ao desenvolver uma solução para sua empresa, você enfrentará uma escolha arquitetural crítica: devo usar um super agente que faz tudo ou vários especialistas?

Qual a diferença entre Agente Único e Sistemas MultiAgentes?

A diferença está na forma de organização da inteligência.
Um Agente Único concentra toda a lógica e execução em uma única entidade, sendo mais simples, rápido e fácil de manter, ideal para tarefas diretas e de escopo bem definido.

Já os Sistemas MultiAgentes distribuem o trabalho entre agentes especializados, cada um responsável por uma função específica.

Essa abordagem aumenta a capacidade de resolver problemas complexos, melhora a qualidade dos resultados e facilita a escalabilidade da solução.

Quando usar um Agente Único?

Um agente único é ideal para tarefas lineares e de escopo fechado. Se o objetivo é “resumir este PDF e enviar por e-mail”, um único agente com as ferramentas certas é eficiente e fácil de manter.

A latência é menor e a complexidade de desenvolvimento é reduzida.

O Poder da Orquestração Multiagente

Para problemas complexos, a indústria está migrando para Sistemas Multiagente (MAS). Imagine uma agência digital: você não quer que o redator faça o design e aprove o orçamento.

Discussões técnicas recentes, como este debate sobre Single vs Multi-Agent, mostram que a especialização vence a generalização.

Em uma arquitetura multiagente, você cria:

  • Um agente “Pesquisador” que busca dados na web.
  • Um agente “Analista” que processa os dados.
  • Um agente “Redator” que cria o relatório final.
  • Um agente “Crítico” que revisa o trabalho antes da entrega.

Essa especialização imita estruturas organizacionais humanas e tende a produzir resultados de qualidade superior.

Frameworks modernos facilitam essa orquestração, como o LangGraph para controle de fluxo complexo, o CrewAI para times de agentes baseados em papéis, e até mesmo bibliotecas mais leves como smolagents da Hugging Face.

Representação visual de um sistema multi agente onde agentes especializados colaboram para resolver um problema complexo de negócios
Representação visual de um sistema multi agente onde agentes especializados colaboram para resolver um problema complexo de negócios

Aplicações Práticas e Ferramentas No-Code

A teoria é fascinante, mas como isso se traduz em valor real? Os diferentes tipos de agentes de IA já estão operando nos bastidores de grandes operações e startups ágeis.

Agentes de Coding e Desenvolvimento

Agentes autônomos como o Devin ou implementações open-source como o OpenDevin utilizam arquiteturas de planejamento e uso de ferramentas para escrever, depurar e implantar código inteiro.

No cenário No-Code, ferramentas como FlutterFlow e Bubble estão integrando agentes que auxiliam na construção de interfaces e lógicas complexas apenas com comandos de texto.

Agentes de Análise de Dados

Em vez de depender de analistas para gerar relatórios SQL manuais, agentes baseados em utilidade e objetivos podem conectar-se ao seu Data Warehouse, formular queries, analisar tendências e gerar insights proativos.

Isso democratiza o acesso a dados de alto nível.

Soluções para Empresas

Para o setor corporativo, a implementação de soluções de automação com IA foca em eficiência operacional.

Agentes de atendimento ao cliente (Customer Experience) que não apenas respondem dúvidas, mas acessam o CRM para processar reembolsos ou alterar planos, são exemplos de agentes baseados em objetivos que geram ROI imediato.

Empresas como a Zapier e a Salesforce já oferecem plataformas dedicadas para criar esses assistentes corporativos.

Interface de um dashboard empresarial mostrando métricas de desempenho otimizadas por agentes de IA autônomos
Interface de um dashboard empresarial mostrando métricas de desempenho otimizadas por agentes de IA autônomos

Perguntas Frequentes sobre Agentes de IA

Aqui estão as dúvidas mais comuns que recebemos da comunidade e que dominam as buscas no Google e em fóruns como o Reddit:

Qual é a diferença entre um Chatbot e um Agente de IA?

Um chatbot tradicional geralmente segue um script rígido ou apenas responde com base em texto treinado.

Um Agente de IA tem autonomia: ele pode usar ferramentas (como calculadora, agenda, e-mail) para executar tarefas reais no mundo, não apenas conversar.

O que são agentes autônomos?

São sistemas que podem operar sem intervenção humana constante. Você define um objetivo amplo (ex: “Descubra as 5 melhores ferramentas de SEO e crie uma tabela comparativa”), e o agente autônomo decide quais sites visitar, quais dados extrair e como formatar o resultado sozinho.

Preciso saber programar para criar um Agente de IA?

Não necessariamente. Embora o conhecimento de lógica seja vital, plataformas modernas e frameworks No-Code permitem a criação de agentes poderosos através de interfaces visuais e linguagem natural.

Para customizações avançadas, no entanto, entender a lógica de AI Coding é um diferencial enorme.

Conceito futurista de colaboração humano IA, onde desenvolvedores orquestram múltiplos tipos de agentes de IA em um ambiente de trabalho digital
Conceito futurista de colaboração humano IA, onde desenvolvedores orquestram múltiplos tipos de agentes de IA em um ambiente de trabalho digital

O Futuro é Agêntico — E Exige Arquitetos, Não Apenas Usuários

Compreender os tipos de agentes de IA é o primeiro passo para sair da posição de consumidor de tecnologia para a de criador de soluções.

Seja um agente reativo simples para triagem de e-mails ou um complexo sistema multi-agente para gerir operações de e-commerce, a autonomia digital é a nova fronteira da produtividade.

O mercado não busca mais apenas quem sabe usar o ChatGPT, mas quem sabe arquitetar os fluxos de trabalho que o ChatGPT (e outros modelos) irão executar.

Se você quer sair da teoria e dominar a construção dessas ferramentas, o próximo passo ideal é conhecer a nossa Formação Gestor de Agentes de IA. A era dos agentes apenas começou — e você pode estar no comando dela.

Se você está buscando criar projetos mais avançados, com melhor segurança, mais escalabilidade e mais profissionais usando as ferramentas do Vibe Coding, este guia é para você.

Neste artigo, separei três dicas bem importantes que vão te guiar do nível iniciante para projetos avançados e verdadeiramente profissionais.

É preciso ir além da simples interface visual e construir uma arquitetura sólida. Vamos lá!

Por que unir Lovable, N8N e Supabase?

Dica 1: Começando e focando na dor principal

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Minha primeira dica é que você comece com o Lovable, mas focando em projetos mais simples, direto ao ponto, na dor que você quer resolver com a tecnologia.

Seja um SaaS, um Micro SaaS ou um aplicativo, descubra qual é a principal dor do seu usuário final.

É fundamental não cair no erro de colocar “um milhão de funcionalidades, um milhão de métricas” e regras de negócio complexas logo no início. Isso confunde o usuário e, com certeza, fará o projeto dar errado.

Foque em criar no Lovable — ele cria apps muito bonitos e visuais. Resolva a dor principal e só depois você vai deixando o projeto mais complexo.

Case

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Um exemplo bem interessante, e um dos principais cases do Lovable, é a Plink.

Basicamente, é uma plataforma onde as mulheres conseguem procurar se o seu namorado já teve alguma passagem pela polícia ou tem algum histórico de agressividade.

A criadora, Sabrina, ficou famosa porque criou o app sem saber nada de código, focou na dor principal e o aplicativo simplesmente “explodiu”.

Em apenas dois meses, o projeto já projetava 2.2 milhões de receita. Ela validou a ideia no Lovable, provando que o foco no mercado é o que faz o projeto dar certo.

Outro exemplo é um aplicativo de gestão de agentes de IA. A gente sempre começa no Lovable pela interface e só depois migra o projeto para o Cursor para deixá-lo mais avançado e complexo.

Domine o Supabase, o coração dos projetos avançados

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A segunda dica, e a mais importante para a segurança e a escalabilidade, é você aprender bem a parte do Supabase. Ele engloba a modelagem de dados e todas as funções de Back-end.

Para criar projetos de IA, você terá o Front-end (a interface que o usuário vê, como no Lovable) e o Back-end (a inteligência, dados, segurança e escalabilidade).

O Back-end utiliza o N8N para automações e agentes de IA, mas é o Supabase que será o coração do seu projeto.

Se você quer um projeto muito seguro e escalável, o segredo é dominar o Supabase.

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A grande vantagem é que, se a interface criada pelo Lovable der problema, como você já tem o coração do seu projeto bem estruturado, você consegue simplesmente remover o Lovable e plugar os dados em outra interface, como o Cursor.

Você não precisa ser técnico, mas precisa entender o Macro: como funciona a modelagem de dados, a segurança (RLS) e a conexão dos dados.

Entender esse básico é crucial para você conseguir pedir e gerenciar a IA de forma eficaz. Para isso, recomendo nosso curso Curso Supabase na assinatura PRO.

Dica 3: Quando avançar para Cursor/ editores de código com IA

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A terceira dica é sobre dar o próximo passo: migrar para ferramentas e editores de código com IA, como o Cursor ou o Cloud Code.

É muito importante começar no Lovable de forma simplificada, mas se você quiser deixar seu projeto mais avançado, robusto e escalável, precisará unir a organização do seu Back-end no Supabase com o maior controle oferecido por essas ferramentas.

Porém, é fundamental entender que saber bem o Supabase é um pré-requisito antes de pular para o Cursor, pois você precisa ter o banco de dados e a arquitetura muito bem organizados.

Para projetos complexos, essa união é a chave para ter controle total do código e da estrutura.

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